Frase da semana – Terra

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Frase do dia 2

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Bookshelf – Ken Blanchard

Hoje deixo-vos como sugestão de leitura estes três títulos. Em comum têm a co-autoria de Ken Blanchard e o facto de serem uma metáfora simples e de fácil compreensão. Como todas as metáforas bem construídas, estes livros passam muito bem a sua mensagem. E a mensagem é no âmbito da gestão de pessoas, da gestão da mudança e de como se ser um líder (realmente) eficaz e útil às pessoas e às organizações.

São livros que recomendo a quem tenha funções de liderança ou de gestão, mas não só. Todos temos a aprender com estas histórias!

Boas leituras!

© Isa Lisboa

Que as férias não sejam desculpa…

Em destaque

… Para abandonar o teu animal de estimação.

Ao fazer scrol nas redes sociais, são inúmeros os posts que mostram animais abandonados, pedindo adoptantes ou FAT’s. Infelizmente, nas férias, costumam aumentar os casos.

Se não podes levar o teu animal contigo, pede a um familiar ou a um amigo que tome conta dele enquanto estás fora. Também existem hotéis para animais ou pet sitters que se deslocam a tua casa e tomam conta do teu animal. É certo que estas últimas alternativas são mais dispendiosas e que nem todos têm disponibilidade financeira para optar por elas. Mas lembra-te de que quando levaste um animal para tua casa, assumiste um compromisso com uma vida. Por isso, encontra a melhor alternativa. A alternativa que o inclua.

Um animal doméstico não aprendeu a sobreviver na rua, como um animal que nasceu numa colónia. Tu ensinaste-o a receber mimos e a enroscar-se na mantinha que lhe deste. Ensinaste-o a comer no prato onde lhe dás a comida. Não o ensinaste a lutar com outros animais, a fugir de animais que não gostam dele, a encontrar locais para se proteger do frio. Não o ensinaste a encontrar a sua própria comida.

Um animal ama incondicionalmente. Até quando páras o carro e o abandonas na estrada, entregue à sua sorte, até nesse momento, ele continua a amar-te incondicionalmente. Lembra-te disso quando fores de férias.

© Isa Lisboa

Adão e Eva

Recentemente, visitei o Museu do Chiado, em Lisboa.

Ao chegar perto de uma escultura, fiquei a observá-la de vários ângulos.

Era um casal, um homem e uma mulher, frente a frente, de mãos estendidas um para o outro.

No rosto, mostravam uma expressão de intensa paz, de um ser que flui com a vida. Quando fui ver o autor e o nome da escultura, percebi que tinha estado com Adão e Eva. Deve ter sido aquela imensa paz que eles sentiram, aquela sensação de pertença e união com o cosmos.

Foi bom voltar a esse momento do tempo.

© Isa Lisboa

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O que ouves no silêncio?

“O silêncio é uma qualidade divina, que só é apreciada e compartilhada quando é tão real que você não precisa falar muito.”

Horácio Graça

Imagem: Horácio Graça

Talvez seja por isso que tememos tanto o silêncio, especialmente nestes tempos de comunicação instantânea. Talvez seja por isso também que tanto procuramos o silêncio.

Estamos cercados de várias formas de comunicação e cada vez comunicamos menos. É um cliché que convém ser repetido e repetido. Para que a comunicação não se torne uma recordação.

Algumas pessoas não conseguem estar ao pé de outra em silêncio. Sentem uma espécie de obrigação de dizer algo. Preencher os espaços vazios. Preencher o espaço de voz, assim como preenchemos um post de uma rede social com “likes” ou com comentários.

Mas se numa rede social a ausência de “som” é suspeita de que não és ouvido(a); quando estamos frente a frente, isso nem sempre é verdade.

Porque por vezes só precisamos ser ouvidos. Não precisamos necessariamente ouvir. Por vezes, o silêncio diz tudo. Diz “Estou aqui”. Diz “Eu compreendo”. Diz “Eu aceito”. Diz “Desabafa”.

É por isso que encontrar alguém com quem podemos compartilhar o silêncio é algo poderoso. Indeed, divino, até!

© Isa Lisboa