(Dis)Connected

Bound to Earth
That was how I woke up
One day, feeling lost
Not knowing why!
All of the sudden
The memories
Were no longer lost
I remembered everything
How I used to fly
And I used to be one with you
And the Universe was one
Now I’me here
Disconnet
No recolection of my elder tongue
My eyes hurt for not seeing
My ears hollow for lack of use
All my body hurts
Feeling the soul pounding from whitin
My thought wants to let
Her scream out
But she’s afraid the world won’t listen!

Lost within myself
Only one thing to do:
I kneel
And say that old prair
Only you and I know
You listen
And you answer
‘Cause you are me
And I am you.
I remember.
I want to go back.
Here I am.
I want to go home.
Ready to leave all the rest
Behind.
You are in me.
I am in you.
Connected.

© Isa Lisboa

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E se Deus fosse um de nós

“E se Deus fosse um de nós, apenas um estranho no autocarro, a tentar chegar a casa?”

Esta é uma das perguntas que uma conhecida música de Allanis Morisette nos faz.
Sempre me fez pensar, esta música. E se, de facto, assim for? Bom, na realidade, eu acredito que assim é.
Percepciono a presença de Deus no vento que aqui passa e na água que corre ao lado. No calor do sol e nas árvores frondosas que agora me protegem dele. Acredito que a presença de Deus está à nossa volta, em todas as manifestações vivas e inanimadas que nos rodeiam a cada passo que damos. Quando respiramos, quando pegamos numa pedra, quando caminhamos com os pés descalços na terra… Se o fizermos com os olhos do espírito abertos, poderemos sentir a Força que a tudo liga, a Roda que tudo movimenta, a Sabedoria que tudo construiu.
E se em tudo existe Deus, porque não pode existir no estranho que se senta à minha frente? Como uma pequena centelha separada e unida algo maior que si próprio.
Somos uma espécie ávida por criar, construir, ser. Mas ainda assim, assusta-nos pensar que o poder da nossa própria vida esteja ao nosso alcance e que possamos estar mais perto de Deus do que as visões do Céu nos permitem.
“E se Deus fosse um de nós, chamá-lo-ias pelo nome?” – pergunta também Alanis?
E se Deus fosses também tu, chamar-te-ias pelo nome?

© Isa Lisboa

 

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Foto: Pintrest