Há uma montanha

Há uma montanha

Num sítio que ninguém sabe

Mas que todos vêm

Há uma montanha

Que parece um homem

Dias há em que parece

Que dorme a sua tristeza

Dias outros

Parece que descansa a sua paz

Talvez a montanha

Não seja um homem

Seja a mulher

Que sou eu

E os sentimentos sejam meus.

© Isa Lisboa

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Bookshelf – meu gato, meu guru

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Quem tem ou já teve gatos, vai identificar-se com cada um dos conselhos deste livro. Vocês, como eu, sabem que os gatos são grandes mestres, não é?

Quem nunca partilhou a casa com um gato, pode retirar também conselhos sábios deste livro. E, quem sabe, ficar com vontade de adoptar um gato! 

© Isa Lisboa

 

Para quem ficar com vontade de adoptar um gato, deixo o link para algumas instituições que cuidam de gatos abandonados e onde podem encontrar um animal.

Abrigo do gato

União Zoofila

Gatos da vila

So…About love… (II)

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So…

Love is but a game

So they say

Why should it be?

A move to win

Risking to loose.

Loose your fears

Your ties

That’s all it should be.

Games are

For those who like chances

Love is for those who give a chance.

A chance to freedom

To free one’s heart.

Love cannot be

A boardgame

Trying to get

The strongest piece

Strategy is bound to fail.

Unlike the games of mundane life

Love is a game you win

Only when you are

Willing to loose,

So that you can

Win a new space

In your own heart.

So…

About love…

Just let the games begin…

© Isa Lisboa

(So… about love… (I))

Variações

Encontramos as nossas formas, os nossos lugares, mas quando somos viagem, sempre volta a vontade de partir e a pressa de sair. Para não chegar tarde. Mas sobretudo, para viver. Sempre viver. Ausente, erva daninha a alastrar, maluca, diferente, enredada na teia de mim. Igual. Igual a mim mesma. O que importa, afinal e no fim.

Que bom que exististe, António Ribeiro. Que bom que cresceste até seres Variações. Entre a Sé de Braga e Nova Iorque. António Variações, sempre presente.

🎵🎤🎼🎸

© Isa Lisboa

Bookshelf – A arte subtil de dizer que se f*oda

250x

Li nas redes sociais um comentário sobre este título e sobre o outro livro do autor “Está tudo f*dido”. A pessoa dizia não entender o interesse neste tipo de títulos. Bom, eu li apenas ainda o primeiro. Como geralmente acontece, e como era minha expectativa, o livro é muito mais do que o óbvio. O título será uma forma de chamar a atenção. Dos públicos menos púdicos e dos mais púdicos.

E embora o autor diga várias vezes “Que se f*da!” ao longo do livro, li-o como uma subtil chamada de atenção para algumas formas de pensar instaladas na nossa sociedade. Longe de ser um convite a mandar tudo ao ar e deixar andar, é sim um convite a reavaliarmos algumas das nossas crenças.

Se o auto-conhecimento e o teu crescimento como pessoa são conceitos vagos e que não te interessam minimamente, então diz “Que se f*da!” e não leias o livro. Caso contrário, experimenta folhear o livro e lê-o para lá do título.

© Isa Lisboa