So…About love… (II)

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So…

Love is but a game

So they say

Why should it be?

A move to win

Risking to loose.

Loose your fears

Your ties

That’s all it should be.

Games are

For those who like chances

Love is for those who give a chance.

A chance to freedom

To free one’s heart.

Love cannot be

A boardgame

Trying to get

The strongest piece

Strategy is bound to fail.

Unlike the games of mundane life

Love is a game you win

Only when you are

Willing to loose,

So that you can

Win a new space

In your own heart.

So…

About love…

Just let the games begin…

© Isa Lisboa

(So… about love… (I))

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Variações

Encontramos as nossas formas, os nossos lugares, mas quando somos viagem, sempre volta a vontade de partir e a pressa de sair. Para não chegar tarde. Mas sobretudo, para viver. Sempre viver. Ausente, erva daninha a alastrar, maluca, diferente, enredada na teia de mim. Igual. Igual a mim mesma. O que importa, afinal e no fim.

Que bom que exististe, António Ribeiro. Que bom que cresceste até seres Variações. Entre a Sé de Braga e Nova Iorque. António Variações, sempre presente.

🎵🎤🎼🎸

© Isa Lisboa

Bookshelf – A arte subtil de dizer que se f*oda

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Li nas redes sociais um comentário sobre este título e sobre o outro livro do autor “Está tudo f*dido”. A pessoa dizia não entender o interesse neste tipo de títulos. Bom, eu li apenas ainda o primeiro. Como geralmente acontece, e como era minha expectativa, o livro é muito mais do que o óbvio. O título será uma forma de chamar a atenção. Dos públicos menos púdicos e dos mais púdicos.

E embora o autor diga várias vezes “Que se f*da!” ao longo do livro, li-o como uma subtil chamada de atenção para algumas formas de pensar instaladas na nossa sociedade. Longe de ser um convite a mandar tudo ao ar e deixar andar, é sim um convite a reavaliarmos algumas das nossas crenças.

Se o auto-conhecimento e o teu crescimento como pessoa são conceitos vagos e que não te interessam minimamente, então diz “Que se f*da!” e não leias o livro. Caso contrário, experimenta folhear o livro e lê-o para lá do título.

© Isa Lisboa

 

So…About love…

So…

Love is a moment.

That one moment

When everything changes

You realize

There’s a bit of you

Which now lives

In someone else’s.

A moment of pain and bliss.

Blissful pain, perhaps.

Love is the moment

You realize

And the moment

You have no clue.

How to make it right

Is not a question

All is right

Even if it is wrong

All is unsure

But life is an adventure

And love reminds you

To go out and live it.

Love is the moment

Your heart smiles

And hides it’s face

At the same time;

Hope and fear.

Love is so many

Moments;

Love is but a moment,

But a moment can be

Timeless.

So…about love…

Only lovers know…

 

© Isa Lisboa

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Bookshelf – Ken Blanchard

Hoje deixo-vos como sugestão de leitura estes três títulos. Em comum têm a co-autoria de Ken Blanchard e o facto de serem uma metáfora simples e de fácil compreensão. Como todas as metáforas bem construídas, estes livros passam muito bem a sua mensagem. E a mensagem é no âmbito da gestão de pessoas, da gestão da mudança e de como se ser um líder (realmente) eficaz e útil às pessoas e às organizações.

São livros que recomendo a quem tenha funções de liderança ou de gestão, mas não só. Todos temos a aprender com estas histórias!

Boas leituras!

© Isa Lisboa

Que as férias não sejam desculpa…

… Para abandonar o teu animal de estimação.

Ao fazer scrol nas redes sociais, são inúmeros os posts que mostram animais abandonados, pedindo adoptantes ou FAT’s. Infelizmente, nas férias, costumam aumentar os casos.

Se não podes levar o teu animal contigo, pede a um familiar ou a um amigo que tome conta dele enquanto estás fora. Também existem hotéis para animais ou pet sitters que se deslocam a tua casa e tomam conta do teu animal. É certo que estas últimas alternativas são mais dispendiosas e que nem todos têm disponibilidade financeira para optar por elas. Mas lembra-te de que quando levaste um animal para tua casa, assumiste um compromisso com uma vida. Por isso, encontra a melhor alternativa. A alternativa que o inclua.

Um animal doméstico não aprendeu a sobreviver na rua, como um animal que nasceu numa colónia. Tu ensinaste-o a receber mimos e a enroscar-se na mantinha que lhe deste. Ensinaste-o a comer no prato onde lhe dás a comida. Não o ensinaste a lutar com outros animais, a fugir de animais que não gostam dele, a encontrar locais para se proteger do frio. Não o ensinaste a encontrar a sua própria comida.

Um animal ama incondicionalmente. Até quando páras o carro e o abandonas na estrada, entregue à sua sorte, até nesse momento, ele continua a amar-te incondicionalmente. Lembra-te disso quando fores de férias.

© Isa Lisboa